Não faça promessas
Que não pode cumprir
chore, grite, ame, e diga que valeu, que oeu, que daqui pra frente só vai melhorar. Perdoe, insista, respeite, ame novamente.. Lembre-se que amanhã pode ser muito tarde. Muito tarde para perdoar, pra dizer 'eu te amo', muito tarde pra dizer volte pra mim.. Não leve a vida tão a sério. Descomplique, quebre regras, perdoe rápido, ame de verdade, ria descontroladamente e nunca lamente nada que tenha feito você sorrir.

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Não generalize. Nem todos os garotos são iguais. Eu sei que deve existir algum por ai que se importa com você. Ou que sorri quando você se aproxima. Te abraça do nada e roupa beijos carinhosos dos teus lábios. Nem todos os garotos são iguais, ouviste bem? Mas são extremamente parecidos! Ô racinha difícil… 
Temos sempre que manter os dois olhos abertos. Eles fazem de tudo para escapar. Não aceitam ciúmes, melação, abraços, carinhos e amor demais. Não gostam de se sentir presos à alguém. Eles evitam chorar. São amorosos quando estão sozinhos com vocês, mas quando estão em público, eles são grossos e imbecis. Na verdade, eles são imbecis e grossos de qualquer jeito.
Nunca acredite quando um garoto disser que prefere o coração do que a bunda ou os seios. Eles estão mentindo. Jogando verde para colher maduro, não é assim o ditado? Garotos são espertos, conquistadores de nascença. Adoram sentir o gostinho de mais uma conquista. 
Entretanto, eles não vivem sem uma mulher. Não sabem viver sem carinho, sem amor, sem ciúmes, saudade e desejo. Pode ser que eles neguem, mas ninguém é de ferro, e todo mundo precisa da outra metade da laranja. 
O que nós garotas devemos aprender com eles? A sermos menos sensíveis, mais carne e menos coração. Se continuarmos melosas e apaixonadas como somos, acabaremos sempre com uma barra de chocolate e Adele no Ipod. Chorando rios de lágrimas porque aquele idiota nos trocou por aquela vadia peituda.
Garotos têm milhares de defeitos, mas apesar de estar aqui citando todos eles, no fim preciso admitir: Sem um bom beijo e um cafajeste, ninguém consegue viver, muito menos eu. - Aléxia Quevedo

Não generalize. Nem todos os garotos são iguais. Eu sei que deve existir algum por ai que se importa com você. Ou que sorri quando você se aproxima. Te abraça do nada e roupa beijos carinhosos dos teus lábios. Nem todos os garotos são iguais, ouviste bem? Mas são extremamente parecidos! Ô racinha difícil… 

Temos sempre que manter os dois olhos abertos. Eles fazem de tudo para escapar. Não aceitam ciúmes, melação, abraços, carinhos e amor demais. Não gostam de se sentir presos à alguém. Eles evitam chorar. São amorosos quando estão sozinhos com vocês, mas quando estão em público, eles são grossos e imbecis. Na verdade, eles são imbecis e grossos de qualquer jeito.

Nunca acredite quando um garoto disser que prefere o coração do que a bunda ou os seios. Eles estão mentindo. Jogando verde para colher maduro, não é assim o ditado? Garotos são espertos, conquistadores de nascença. Adoram sentir o gostinho de mais uma conquista. 

Entretanto, eles não vivem sem uma mulher. Não sabem viver sem carinho, sem amor, sem ciúmes, saudade e desejo. Pode ser que eles neguem, mas ninguém é de ferro, e todo mundo precisa da outra metade da laranja. 

O que nós garotas devemos aprender com eles? A sermos menos sensíveis, mais carne e menos coração. Se continuarmos melosas e apaixonadas como somos, acabaremos sempre com uma barra de chocolate e Adele no Ipod. Chorando rios de lágrimas porque aquele idiota nos trocou por aquela vadia peituda.

Garotos têm milhares de defeitos, mas apesar de estar aqui citando todos eles, no fim preciso admitir: Sem um bom beijo e um cafajeste, ninguém consegue viver, muito menos eu. - Aléxia Quevedo


Photo postado em 24/02/2012 às 12:53pm | 0 notes | (reblogue this!)
Será que só você não vê o tanto que eu te amo   

Será que só você não vê o tanto que eu te amo   


Photo postado em 24/02/2012 às 12:52pm | 1 note | (reblogue this!)
As vezes penso que já te esqueci, mais ai eu escuto uma musica e vejo que você ainda está em meus pensamentos.

As vezes penso que já te esqueci, mais ai eu escuto uma musica e vejo que você ainda está em meus pensamentos.


Photo postado em 24/02/2012 às 12:52pm | 1 note | (reblogue this!)
Tem vingança melhor do que sorrir na frente de quem te fez chorar?

Tem vingança melhor do que sorrir na frente de quem te fez chorar?


Photo postado em 24/02/2012 às 12:49pm | 1 note | (reblogue this!)

Eu mudei, mudei muito, e devo tudo isso á você. Antes se me perguntassem a coisa que eu mais queria naquele momento, você automaticamente me viria à mente, e eu diria seu nome em voz alta e com muita segurança. Agora? Não tenho mais tanta certeza disso. Eu não diria seu nome em voz alta, não teria segurança em dizer seu nome, não diria que eu quero você. Você continua perto, mais de uma forma está tão longe de mim, que tá acostumando isso, estou me acostumando a ficar sem você. Não pense que não dói, por que dói, e muito, mas são tantas verdades que são jogadas na minha cara ao longo dos dias, que eu estou aprendendo a viver sem você. Estou tentando me conformar que talvez seja melhor assim. Estou aprendendo a perceber que talvez, você não seja o melhor pra mim. E quem sabe, isso seja verdade. Você é o que eu quero, mais talvez não seja aquilo que eu mereça. Eu não sei. As coisas ainda estão muito confusas pra eu entender. Eu poderia até não dizer seu nome em voz alta quando me perguntassem o que eu queria, mais com certeza, é você que viria na minha mente. Sempre foi você. Sempre será você. 

Texto postado em 23/02/2012 às 5:35pm | 0 notes | (reblogue this!)
Mas no fundo eu sabia que gostava dele de verdade sabe?Gostava dele mesmo,e muito.Cheguei até a sonhar com casamento,filhos correndo pela casa,a macarronada no domingo,pra quando ficassemos velhinhos cheguei até a olhar o preço do pacote de viagem que iria nos possibilitar de dar volta ao mundo.Sim,fui burra.Mas por ele eu daria quantas voltas no mundo fosse preciso,carregaria água na peneira por ele,mas ele,eu sei que não me dedicaria nenhuma batida do seu coração de ferro,nenhuma si quer.Eu faria mil e uma impossibilidades por ele e as possibilidades também,mas infelizmente ele não faria nada por mim(…)Não posso odiá-lo por não me amar,não posso acusa-lo por ter cometido esse erro tão cruel,ainda mais comigo,e sei também que não posso ficar aqui me lamentando e andando por aí com um coração mais pesado que um chumbo,não posso mais jurar novamente pra mim que não vou amar de novo,sendo que vou,não posso mais andar por aí fingindo que eu sou a valentona,que eu aguento tudo sendo que quando estou só eu desabo,desabo dentro de mim mesma e juro não aguento mais ter que todos os dias me recontruir pra á noite eu desabar,porque infelizmente eu sou assim,nunca canso de me jogar nesse mar de desilusão.

    

Mas no fundo eu sabia que gostava dele de verdade sabe?Gostava dele mesmo,e muito.Cheguei até a sonhar com casamento,filhos correndo pela casa,a macarronada no domingo,pra quando ficassemos velhinhos cheguei até a olhar o preço do pacote de viagem que iria nos possibilitar de dar volta ao mundo.Sim,fui burra.Mas por ele eu daria quantas voltas no mundo fosse preciso,carregaria água na peneira por ele,mas ele,eu sei que não me dedicaria nenhuma batida do seu coração de ferro,nenhuma si quer.Eu faria mil e uma impossibilidades por ele e as possibilidades também,mas infelizmente ele não faria nada por mim(…)Não posso odiá-lo por não me amar,não posso acusa-lo por ter cometido esse erro tão cruel,ainda mais comigo,e sei também que não posso ficar aqui me lamentando e andando por aí com um coração mais pesado que um chumbo,não posso mais jurar novamente pra mim que não vou amar de novo,sendo que vou,não posso mais andar por aí fingindo que eu sou a valentona,que eu aguento tudo sendo que quando estou só eu desabo,desabo dentro de mim mesma e juro não aguento mais ter que todos os dias me recontruir pra á noite eu desabar,porque infelizmente eu sou assim,nunca canso de me jogar nesse mar de desilusão.

    


Photo postado em 23/02/2012 às 5:29pm | 0 notes | (reblogue this!)
Grávida. Aquilo ainda ressoava dentro de minha mente, me deixando tonta e febril. Minhas pernas pareciam gelatina, minhas mãos tremiam. Podia sentir o suor em minha testa, pingando em minha regata rasgada. Não haveria banheiro público que me salvasse desta vez. Nem Marlboro. Mais uma vez eu estava sozinha, abandonada. Aliás, não estava mais. Havia uma vida dentro de mim, mexendo dentro de meu útero, juntando forças para crescer e nascer. Como eu seria capaz de criar e educar uma pequena e doce criança, se mal sabia me cuidar? Andava por ai, sozinha, abandonada pelas ruas da cidade, sem me importar muito em comer ou em sobreviver. Só vivia, vazia, seca e estúpida, sem dar valor para nada. Não tinha nome, endereço ou telefone. Apenas eu, ou como diziam os outros: “aquela garota estranha, que anda por aí, que não mora em lugar nenhum e está em todos os lugares”. Obviamente não era assim que me descreviam, mas eu sabia que era assim que pensavam. Paguei um preço altíssimo para deixar tudo para trás. E agora estava pagando um preço estupendo - uma vida - por um erro que eu cometi, abrir as pernas para o primeiro que oferecesse uma nova cartela de cigarros ou dinheiro para comprar a garrafa de Jack Daniels do dia. Soou baixo? Espere até conhecer minha vida. Eu não erro. Eu sou o erro. E a única coisa que eu sei fazer bem, é errar.
Agarrei o primeiro orelhão que encontrei. Tentei me lembrar do nome dele, em vão. Haviam sido tantos… Como me lembrar do nome do maldito que colocara aquilo dentro de mim? Porém, me lembrava do número dele. Segundo o energúmeno, havia sido tão bom que ele desejava repetir a dose. Disquei. Atendeu no primeiro toque.
“Alô…”
“Estou grávida. O filho é teu. Preciso tirar isso de mim, porque não tenho condições de criar uma criança. A culpa é tua. E ainda ficou me devendo a cartela de cigarros, imbecil…”
“Não estou em casa agora, deixe sua mensagem após o sinal.” Tu. Tu. Tu. Tu.
Soquei o orelhão. Porque não podia socar a minha cara. Mas minha vontade mesmo era socar a cara dele. Cai no chão e chorei, chorei até lavar a alma. Não havia outra opção além de chorar. - Aléxia Quevedo 
                                                                            - 

Grávida. Aquilo ainda ressoava dentro de minha mente, me deixando tonta e febril. Minhas pernas pareciam gelatina, minhas mãos tremiam. Podia sentir o suor em minha testa, pingando em minha regata rasgada. Não haveria banheiro público que me salvasse desta vez. Nem Marlboro. Mais uma vez eu estava sozinha, abandonada. Aliás, não estava mais. Havia uma vida dentro de mim, mexendo dentro de meu útero, juntando forças para crescer e nascer. Como eu seria capaz de criar e educar uma pequena e doce criança, se mal sabia me cuidar? Andava por ai, sozinha, abandonada pelas ruas da cidade, sem me importar muito em comer ou em sobreviver. Só vivia, vazia, seca e estúpida, sem dar valor para nada. Não tinha nome, endereço ou telefone. Apenas eu, ou como diziam os outros: “aquela garota estranha, que anda por aí, que não mora em lugar nenhum e está em todos os lugares”. Obviamente não era assim que me descreviam, mas eu sabia que era assim que pensavam. Paguei um preço altíssimo para deixar tudo para trás. E agora estava pagando um preço estupendo - uma vida - por um erro que eu cometi, abrir as pernas para o primeiro que oferecesse uma nova cartela de cigarros ou dinheiro para comprar a garrafa de Jack Daniels do dia. Soou baixo? Espere até conhecer minha vida. Eu não erro. Eu sou o erro. E a única coisa que eu sei fazer bem, é errar.

Agarrei o primeiro orelhão que encontrei. Tentei me lembrar do nome dele, em vão. Haviam sido tantos… Como me lembrar do nome do maldito que colocara aquilo dentro de mim? Porém, me lembrava do número dele. Segundo o energúmeno, havia sido tão bom que ele desejava repetir a dose. Disquei. Atendeu no primeiro toque.

“Alô…”

“Estou grávida. O filho é teu. Preciso tirar isso de mim, porque não tenho condições de criar uma criança. A culpa é tua. E ainda ficou me devendo a cartela de cigarros, imbecil…”

“Não estou em casa agora, deixe sua mensagem após o sinal.” Tu. Tu. Tu. Tu.

Soquei o orelhão. Porque não podia socar a minha cara. Mas minha vontade mesmo era socar a cara dele. Cai no chão e chorei, chorei até lavar a alma. Não havia outra opção além de chorar. - Aléxia Quevedo 

                                                                            - 


Photo postado em 23/02/2012 às 5:26pm | 0 notes | (reblogue this!)
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